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Políticas sobre Drogas | 18.07.19 - 18h38

Domingo terá o torneio de futebol Amistoso da Prevenção, no Jordão

PCR é parceira da Paróquia Cristo Redentor na iniciativa que será protagonizada por mais de 60 jovens em vulnerabilidade.

Para estimular jovens a adotarem uma vida saudável, principalmente na prevenção de álcool e outras drogas, a Secretaria Executiva de Políticas sobre Drogas – Sepod da Prefeitura do Recife apoia a Paróquia Cristo Redentor do Jordão, promove o torneio de futebol de salão Amistoso da Prevenção - Sub 17. As partidas serão realizadas neste domingo (21), das 8h até 12h, no Instituto Santa Rita de Cássia (Rua Rio Chuy, Ibura).

Serão realizadas seis partidas com seis times formados por mais de 60 adolescentes da Região Política Administrativa - RPA 6, na faixa etária de 15 a 17 anos.  A Sepod tem realizado parcerias com a proposta de contribuir com o desenvolvimento de habilidades sociais que ocupem o tempo dos jovens e os estimulem a adotarem hábitos saudáveis. Além do intercâmbio social e o exercício da solidariedade através do futebol, a iniciativa visa incentivar a prática do futebol como atividade alternativa às drogas e ociosidade, estimulando a prevenção às doenças, o trabalho em grupo e o convívio social.

“A proposta da Paróquia Cristo Redentor se enquadra nessa linha de atuação da Sepod, ao apoiar a prática do esporte coletivo como fator de proteção, em muitos casos retardando ou impedindo o uso e/ou abuso de álcool e outras drogas”, avalia a Secretária Executiva, Ana Paula Marques.

Dados - De acordo com dados do IBGE divulgados em 2016, cerca de 2,6 milhões de estudantes brasileiros que cursavam o 9º ano do ensino fundamental em 2015, 55,5% (1,5 milhão) já havia consumido uma dose de bebida alcoólica alguma vez, percentual superior ao observado em 2012 (50,3% ou 1,6 milhão). A proporção dos que já experimentaram drogas ilícitas subiu de 7,3% (230,2 mil) para 9,0% (236,8 mil) no mesmo período. Em relação ao consumo atual de álcool e drogas ilícitas, respectivamente, 23,8% (626,1 mil) e 4,2% (110,5 mil) dos estudantes tinham feito uso dessas substâncias nos últimos 30 dias antes da pesquisa.